Cada baralho de Tarô tem sua própria estética, simbolismo e energia — e, portanto, seu próprio “caráter” nas respostas.
Nos sistemas clássicos como o Rider–Waite, existem princípios estabelecidos para interpretar “Sim / Não”.
Mas baralhos autorais ou altamente simbólicos (como o Tarô de Thoth, o Marselhês ou variantes psicológicas) exigem uma abordagem mais intuitiva.
Zoria explica: o importante não é apenas a resposta, mas sentir o que está por trás daquele “sim” ou “não”.
Às vezes, um “sim” te bloqueia, e um “não” abre o caminho.